domingo, 13 de julho de 2014

Tha thãrtinth ov julai

    Dormi o voo inteiro. Mesmo. Só acordei para jantar, trocar de posição e tomar café da manhã. Não lembro se teve algum outro voo na vida em que eu dormi tanto assim. Eu estava cansada mermo. Não houve condição alguma para escrever nada aqui. Chegamos no Brasil, descemos do paranauê, passamos pelo paranauê, paramos no paranauê para comprar os paranauês, pegamos os paranauê na esteira, saímos pelo paranauê, paramos para tomar um paranauê, falamos com os paranauês para avisar dos paranauês e fomos embora.
    Passamos na casa da vovó Nilsa para deixar a tia Nil, entramos para tomar café, comer bolo e reclamar da seleção e viemos para casa, onde fomos recebidos com muito amor e patas elameadas pelos cães e muito desprezo-que-na-verdade-representa-a-insatisfação-com-a-nossa-ausência-por-todo-o-amor-que-eles-têm-por-nós pelos gatos. O papai e a mamãe capotaram, a Ana Claudia passou aqui e eu fiquei escrevendo no blog (que finalmente consegui abrir num computador decente, notar que o design estava pavoroso e arrumar). Agora os dois acordaram e estão fazendo o almoço. Meus planos para o dia são: comer, dormir e assistir Game of Thrones até acabar a quarta temporada!

Conclusões sobre a viagem:
1. Engordei.
2. A próxima vai ser para um lugar exótico, onde a gente só fica sentado, vendo paisagem bonita.
3. Seis é demais.
4. Menos expectativas. Mais paciência.
5. Entretenimento é arte.

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